NAR

NAR - Núcleo de Arte de Riachos, é um núcleo do Museu Agrícola de Riachos, onde estabelece a sua sede.

Rege-se pelo seu Regulamento Interno e pelos Estatutos da ADPHNRR - Associação para a Defesa do Património Histórico e Natural da Região de Riachos.

Visa especificamente preservar, apoiar, promover, divulgar, e desenvolver as Artes e a Cultura em Riachos.

Os artistas encontram-se e desenvolvem as suas actividades artísticas e criativas
num espaço denominado OFICINA d'ARTE



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segunda-feira, 23 de maio de 2011

XV Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Pedro Miguel

Sábado, dia 4 de Junho, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XV Encontro de Poesia.
Em análise estará Pedro Miguel.

Será tema de leitura o “Caderno” de Poesia de Pedro Miguel elaborado para este Encontro, composto por vinte poemas do autor.

Sobre o autor

Pedro Miguel nasceu a 13 de Abril de 1978 em Carreiro de Areia, onde viveu até aos 3 anos de idade. Em 1982 veio viver para Riachos. Apesar dos muitos problemas de saúde durante a infância e adolescência, os quais levaram a que na escola tivesse que repetir dois 2 anos, sua escolaridade chegou ainda ao 10º Ano.
Em 1990 foi vítima de um acidente que lhe causou um traumatismo craniano tendo estado em coma durante alguns dias. Tendo um ano depois surgido a epilepsia.
Foi incentivado a fazer poesia por duas, suas professoras, pois já nessa altura estas achavam que Pedro Miguel tinha algum jeito para este tipo de escrita e para esta Arte.
Gosta de participar nos Encontros de poesia do NAR para ler e ouvir poesia. E escreve todos dias um poema.

terça-feira, 5 de abril de 2011

XIII Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Fernando Jorge

XIII Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Fernando Jorge


No Sábado, dia 2 de Abril, pelas 21h, realizou-se na “Garagem das Artes” do NAR o XIII Encontro de Poesia. Em análise esteve o Poeta do NAR - Fernando da Luz Jorge. Foi tema de leitura o “Caderno” elaborado para este Encontro composto por vinte e quatro poemas do autor.

Foi de facto num ambiente de poesia e desta vez também de festa que decorreu este Encontro. O poeta fazia neste dia, precisamente, 33 anos de casamento o que, também motivou, e recrutou grande parte da sua família e amigos a estarem presentes neste seu dia.

Cerca de quarenta pessoas presentes, foi sem dúvida, um encontro muito rico e participado, onde os amigos e familiares do poeta e do casal aniversariante fizeram questão, todos eles, de lerem um dos seus poemas, homenageando-o, assim, desta forma simples, mas carregada de significado.

No final surgiram algumas surpresas, cantaram-se os parabéns e felicitaram-se os Noivos de há 33 anos.

Muito bonito!


Fotos e texto de Pereira Jorge.










sexta-feira, 11 de março de 2011

Sábado, dia 2 de Abril, pelas 21h, realiza-se na “Oficina d’ Arte” do NAR o décimo terceiro Encontro de Poesia. Em análise estará o Poeta do NAR - Fernando da Luz Jorge. Será tema de leitura o “Caderno” elaborado para este Encontro composto por vinte e quatro poemas.

Fernando da Luz Jorge Duarte nasceu em Riachos a 31 de Maio de 1956.
Oriundo de uma família numerosa, é o quarto de sete irmãos.
Estudou até à 6ª Classe, para ainda muito cedo começar a trabalhar no campo. Foi empregado fabril e ferroviário e na tropa foi marinheiro. Já casado e pai de uma filha, Mara, porque João viria a nascer mais tarde, deixa os Caminhos de Ferro e ruma para o estrangeiro à procura de novas oportunidades e de uma vida melhor, como tantos outros portugueses.
Não tendo sido bem sucedido, regressou a Riachos para trabalhar na construção civil, passando posteriormente por várias outras actividades, até encontrar o que o realiza profissionalmente - motorista de pesados. É isto que faz hoje com muito gosto e profissionalismo.
Fernando Jorge desde sempre gostou de escrever, transcrevendo no papel os seus pensamentos, emoções e sentimentos, tendo recentemente começado a fazer poesia. Poesia essa que vai dedicando e oferecendo em ocasiões especiais aos amigos e familiares.
Quis o destino, há sete anos atrás, que a vida lhe pregasse a maior partida… uma vida quase perdida… que lhe aguçou ainda mais o sentido da escrita.
As muitas horas diárias sentado ao volante do camião tendo como companhia o rádio, ouvindo e participando nos programas sobre poesia despertaram ainda mais em si o gosto por esta forma de escrita, considerando Manuel Coutinho e Lúcia Perdigão os grandes impulsionadores do seu trabalho poético, centrado essencialmente em realidades vividas.
Fernando Jorge é Membro do NAR desde a sua criação, onde participa regularmente nos encontros de poesia e onde dá agora a conhecer alguns dos seus poemas.

domingo, 6 de março de 2011

XII Encontro de Poesia do NAR - Alfredo de Sousa Pereira

XII Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Alsoupe

Sábado, dia 5 de Março, às 21h.

No Sábado, dia 5 de Março, pelas 21h, realizou-se na “Garagem ds Artes” do NAR mais um Encontro de Poesia. O décimo segundo. E desta vez, em análise esteve o Poeta do NAR Alfredo de Sousa Pereira – Alsoupe. Foram tema de leitura, vinte e sete dos seus poemas, os quais compõem o “Caderno” elaborado para este Encontro
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Fotos de Pereira Jorge

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

XII Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Alsoupe

Sábado, dia 5 de Março, às 21h

No Sábado, dia 5 de Março, pelas 21h, realiza-se na “Oficina d’ Arte” do NAR mais um Encontro de Poesia. O décimo segundo. E desta vez, em análise estará o Poeta do NAR Alfredo de Sousa Pereira – Alsoupe. Serão tema de leitura, vinte e sete dos seus poemas, os quais compõem o “Caderno” elaborado para este Encontro.

Alfredo de Sousa Pereira nasceu em Riachos a 29 de Fevereiro de 1940, o quarto de doze filhos de Alfredo Duarte Pereira e Henriqueta de Sousa.
Concluiu o Ensino Primário com distinção, em Riachos e o Curso Geral dos Liceus em Torres Novas.
Como funcionário público, em 1961, partiu para Moçambique. Exerceu funções em várias cidades daquele antigo território português e casou no ano de 1967 em Lourenço Marques (hoje Maputo). Casamento do qual nasceram três filhos, Alexandre, César e Sandra.
Regressando a Portugal em 1975, continuou a exercer a sua actividade profissional como funcionário do Ministério das Finanças.
Nesta altura voltou a interessar-se pelos estudos e resolveu fazer o Curso Complementar dos Liceus e mais tarde o 12º ano, o que lhe permitiu o ingresso na Universidade em 1993. Por ser difícil conciliar os estudos com a actividade profissional acabou por desistir, voltando a tentar mais tarde, em 1996, após a sua aposentação, tendo chegado a frequentar o 2º ano do Curso de Línguas e Literaturas Clássicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Começou a escrever poesia ainda em Moçambique, tendo na altura remetido alguns dos seus versos ao seu antigo professor e amigo, com quem se correspondia, Dr. António Chora Barroso, o qual os fez publicar no jornal “Almonda” na década de 60.
Depois de um interregno de quase 25anos, e quando regressou aos estudos, voltou novamente o interesse e o entusiasmo pela poesia, mas nos últimos anos o ritmo de escrita tem sido baixo, mas com a criação do NAR, ao qual se encontra ligado desde inicio, o interesse reapareceu e o entusiasmo redobrou, os contactos havidos com instituições congéneres e os encontros de poesia entretanto efectuados irão certamente ser bastante benéficos para uma mais profícua produção
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

XI Encontro de Poesia do NAR - Diamantino Mendes de Almeida

XI Encontro de Poesia do NAR

No Sábado, dia 5 de Fevereiro de 2011, pelas 21horas, realizou-se na “Garagem das Artes” do NAR, mais um Encontro de Poesia. O décimo primeiro. E desta vez, em análise esteve o Poeta do NAR Diamantino Mendes de Almeida. Foram tema de leitura, vinte e dois dos seus poemas, os quais compõem o “Caderno” preparado para este Encontro.

Num agradável ambiente, durante cerca de duas horas, 26 pessoas presentes, entre poetas, amigos e convidados, leram, recitaram e ouviram os 22 trabalhos de Diamantino Mendes de Almeida, seleccionados e reunidos no seu “CADERNO” elaborado propositadamente para este encontro. E a seguir alguns dos poetas presentes leram poemas de sua autoria os quais dedicaram a Diamantino Almeida, homenageando-o pelo seu Trabalho, pelo Poeta e pelo Homem é, e tal como sempre o conhecemos.

Neste Encontro tivemos o prazer de receber algumas pessoas que pela primeira vez participaram nos nossos serões de poesia. De Foros de Salvaterra veio Oliva Cordeiro Rodrigues que ofereceu a cada um dos presentes um exemplar do livro de poesia que editou em 2008. E que disse ter vindo propositadamente para agradecer e homenagear Riachos e os Riachenses pelo apoio e ajuda que lhe foi prestada por uma empresa de Riachos, numa fase muito complicada da sua vida.

Como vem sendo hábito, o serão terminou com os poetas e os demais presentes confraternizando, com os tais bolinhos secos e Vinho do Porto.













sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

XI Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Diamantino Mendes de Almeida

Sábado, dia 5 de Fevereiro de 2011, pelas 21horas, realiza-se na “Oficina d’Arte do NAR” mais um Encontro de Poesia. O décimo primeiro. E desta vez, em análise estará o Poeta do NAR e Riachense Diamantino Mendes de Almeida. Serão tema de leitura, vinte e dois dos seus poemas, os quais compõem o “Caderno” preparado para este Encontro.

Diamantino Mendes de Almeida nasceu em Riachos a 12 de Julho de 1934, fez o Ensino Primário em Riachos, com distinção e, aos 12 anos de idade, começou a trabalhar, aprendendo o ofício de serralheiro.
Aos 19 anos, como voluntário, ingressou na Força Aérea Portuguesa onde frequentou o Curso de Mecânico de Aviões, passando a seguir ao Quadro Permanente. Prestou serviço nos Açores e em Tancos até 1965. Desde esta data e até 1974, fez “comissões de serviço” na Guiné, Angola e Moçambique. Em França frequentou um curso de helicópteros SA-330 tendo por finalidade a constituição de uma Esquadra destinada a Angola, com a qual seguiu para Luanda em Julho de 1970, regressando em Outubro de 1972. Em Janeiro de 1974 volta a Moçambique, onde se encontrava aquando do “25 de Abril”. De Moçambique seguiu para Timor acompanhando dois helicópteros destinados a cumprir uma” Missão de Paz”: “Esclarecimento e preparação do povo timorense para a Independência”, que se avizinhava. Regressando a Portugal no final de Julho de 1974, sendo colocado na Base Aérea Nº 3, em Tancos até à sua passagem à Reserva, em 1982.

Livre de alguns “condicionamentos” da vida militar, passou a colaborar com o Jornal “O Riachense”, com um ou outro artigo de opinião, uma série de “provérbios portugueses” e alguns versos, que começou a escrever após o “25 de Abril”. O primeiro deles, intitulado “Menino, podes Sorrir” é dedicado ao seu filho, então com 13 anos de idade (o primeiro poema do “Caderno deste Encontro”).

Enquanto cidadão participou em campanhas eleitorais e na vida autárquica da Freguesia, no Jornal e na vida associativa de Riachos. Integrou a Direcção da Sociedade Velha Filarmónica Riachense, durante um mandato, nos anos oitenta. Foi Presidente da Direcção do Jardim Infantil de Riachos de 1990 a 2006, considerando que este foi o trabalho mais gratificante da sua vida e, desde 2006 é Presidente da Assembleia Geral desta mesma Instituição.

Gosta de ter sempre um livro à mão e gosta de escrever. Porém, por motivos de saúde, não o faz com a regularidade que gostaria. Escreve quando calha, havendo “veia”!...

Participou no nascimento do NAR, do qual é Membro, sendo da opinião que a Instituição engrandece, em muito, a vila de Riachos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

X Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Ana Triguinho

“CADERNO” com 22 Poemas de Ana Triguinho foram tema de leitura e análise no Encontro de Poesia realizado no Sábado, dia 8 de Janeiro, na Oficina d’Arte do NAR.

Ana Triguinho é natural de Riachos, onde nasceu a 26 de Abril de 1956 e onde quase sempre residiu.

Poetisa do Núcleo desde Março de 2010, foi assim, o 5º Poeta do NAR a ser estudado, naquele que foi o 10º encontro já realizado.

Num agradável ambiente de tertúlia poética, 28 Pessoas, entre poetas, amigos e convidados, leram, recitaram, ouviram e comentaram os 22 trabalhos de Ana Triguinho, seleccionados e reunidos no seu “CADERNO”, agora guardado no “Álbum de Poetas do NAR” para mais tarde recordar e fazer parte da história cultural de um povo RIACHENSE.

Parabéns pelo seu TRABALHO!