NAR

NAR - Núcleo de Arte de Riachos, é um núcleo do Museu Agrícola de Riachos, onde estabelece a sua sede.

Rege-se pelo seu Regulamento Interno e pelos Estatutos da ADPHNRR - Associação para a Defesa do Património Histórico e Natural da Região de Riachos.

Visa especificamente preservar, apoiar, promover, divulgar, e desenvolver as Artes e a Cultura em Riachos.

Os artistas encontram-se e desenvolvem as suas actividades artísticas e criativas
num espaço denominado OFICINA d'ARTE



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sexta-feira, 30 de março de 2012

XXIII Encontro de Poesia


Realiza-se no Sábado, dia 7 de Abril, pelas 21h, na “Garagem das Artes” do NAR o XXIII Encontro de Poesia. Natália Correia é a poetisa deste Encontro, onde serão lidos os poemas do “Caderno” preparado para esta noite.
No final, mais alguns novos trabalhos dos poetas do NAR serão dados a conhecer.
Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário ser poeta, basta gostar de poesia!
Participe!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

XX Encontro de Poesia do NAR

Sábado, dia 7 de Janeiro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XX Encontro de Poesia.
Ary dos Santos é o poeta em análise neste Encontro, onde serão lidos e comentados os dezassete poemas do autor que compõem o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro.
Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir!

Participe!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

XIX Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Florbela Espanca



No Sábado, dia 3 de Dezembro, pelas 21h, realizou-se na “Garagem das Artes” do NAR, o XIX Encontro de Poesia.

Florbela Espanca foi o poeta em análise neste Encontro, onde foram lidos e comentados os vinte poemas da autora que compõem o “Caderno” de Poesia elaborado pela coordenação do grupo, para este Encontro. Tendo no final, tal como vem sendo habitual, sido eleito, por todos os presentes, o mais bonito dos poemas do “Caderno”.

O intitulado poema “AMAR!” foi o escolhido, e cantado…

AMAR!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...



No início deste Encontro foi proposto por Diamantino Mendes de Almeida um voto de pesar pela morte de FRANCISCO SIMÕES DA CLARA


«Certo de que o falecimento de Francisco Simões da Clara tocou fundo no coração de quantos com ele conviveram neste Núcleo de Arte, usufruindo dos seus singulares trabalhos de artesanato e da sua poesia tão singela quanto reveladora da sua imensa qualidade humana, de que deu provas no exemplar decurso da sua vida, inteiramente dedicada ao trabalho, à arte e à cultura, proponho que nesta assembleia se formule um voto de pesar pela perda deste nosso bom amigo e membro do NAR.»


Os presentes aqui reunidos neste encontro aprovaram um voto de pesar pela morte do Poeta e Artesão do NAR Sr. Francisco Simões da Clara, o que foi seguido por um minuto de silêncio.


Teresa Gonçalves dedicou-lhe alguns versos:

HOMENAGEM

Ao homem multifacetado
carpinteiro… músico… artesão
poeta… e amigo
A minha sentida homenagem
Quero transcrever o que sinto
Louvar sua coragem.
Era uma pessoa especial
Que conheci e de quem aprendi a gostar
Um Homem com H grande
Que na vida soube estar.
Irradiava simpatia
Era amável, inteligente
Era o Sr. Chico da Clara
Querido por toda a gente.
Depois de tudo o que fez
Também em poeta se tornou
Mostrando assim seu talento
P’la poesia se apaixonou.
Na sua simplicidade
Com seu estilo despretensioso
Era um filho da terra
Muito querido pelo Povo.
O Povo agradece-lhe
De Riachos enaltecer
Foi um Homem com valor
Em tudo o que mostrava ser.
Ofereço com amizade
O que contém estes versos
Com a espontaneidade
Que expresso nos meus gestos.
Quero partilhar o momento
Prestar-lhe o louvor merecido
Assim estando em pensamento
Com o nosso querido amigo!

Teresa Gonçalves
Novembro de 2011



O grupo do NAR “Músicas da Terra” que tem participado nos últimos encontros animando musicalmente estes serões cantando poesia e outros temas, também dedicaram alguns deles a Chico da Clara.


Fernando Saraiva cantou “Biogénese” de Lúcia Perdigão:


BIOGÉNESE


Escutai!
Hoje nasceu um poeta
Numa casinha encoberta
Lá no meio do arvoredo.
Chorou
Ao olhar a claridade
Talvez sentindo saudade
Do ventre que abandonou …
Ou o mundo lhe meta medo.

Olhai!
Vai a passar um poeta
De uma maneira discreta
Lê o nosso pensamento.
Rimando
A dor e a nostalgia
Sofrimento e alegria
Das gentes que vão passando …
Rimando o sol, chuva e vento.

Chorai!
Porque o poeta morreu,
Mas tudo o que escreveu
Fica para a posteridade.
Pensai
Que em cada rima já lida
O poeta volta a ter vida
Por isso Povo cantai …
Ele é canção e saudade.


O Encontro terminou com o habitual convívio à volta da mesa entremeada de bolos secos e Vinho do Porto.


A 7 de Janeiro iniciam-se os encontros de 2012 com 17 poemas de Ary dos Santos.

A todos Boas Festas de Natal e Ano Novo.

domingo, 13 de novembro de 2011

XIX Encontro de Poesia do NAR

Sábado, dia 3 de Dezembro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XIX Encontro de Poesia.

Florbela Espanca é o poeta em análise neste Encontro, onde serão lidos e comentados os vinte poemas da autora que compõem o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro.

Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir.

Apareça!

domingo, 9 de outubro de 2011

XVIII ENCONTRO DE POESIA DO NAR




Sábado, dia 5 de Novembro, pelas 21h, tem lugar na “Garagem das Artes” do NAR o XVIII Encontro de Poesia.
O poeta em análise neste Encontro é Duarte de Torres.
Será tema de leitura o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro, composto por vinte e um poemas do autor.

Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir!


Apareça!

SOBRE O AUTOR

Jorge Manuel Duarte Pinheiro (DUARTE DE TORRES), nome de empréstimo escolhido para dissimular a sua identidade no domínio literário, nasceu em Torres Novas no dia 6 de Janeiro de 1947.
Desde muito novo esteve ligado a iniciativas musicais e culturais da sua terra, tendo sido dirigente dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, Montepio de Nossa Senhora da Nazaré, Sociedade Columbófila Torrejana e Choral Phydellius. Estando ainda hoje ligado a estas colectividades.
A canção foi sempre a sua paixão, tendo actuado em inúmeros espectáculos de beneficência, a solo ou em grupos musicais de que fez parte, tendo-se também dedicado ao fado canção. Ainda hoje é elemento activo do Choral Phydellius, orfeão para onde entrou em 1962.
Tem discos de vinil gravados a solo ou em conjunto com outros artistas, designadamente, discos dos Festivais da Canção de Torres Novas e do Ribatejo aos quais concorreu, tendo vencido dois deles. Um dos discos gravou-o como solista da Orquestra Típica Scalabitana, à qual pertenceu durante cerca de quatro anos.
Em termos literários é colaborador do jornal "O Almonda", onde desde há cerca de cinco anos tem escrito as suas "Memórias" com carácter quinzenal, tendo a Câmara Municipal de Torres Novas resolvido editar o número 1 da série de "Crónicas Torrejanas" baseado em dezasseis dessas memórias que retratam Torres Novas, os seus bairros, o futebol, as suas tascas, as suas gentes, os pombos-correios e algumas personalidades que o autor entendeu por bem recordar.
No que se refere à poesia o seu interesse renasceu durante a participação nalguns encontros do Núcleo de Arte de Riachos a que pertence. Foi intervindo lendo poemas de alguns poetas célebres e de alguns companheiros do NAR, começando pouco depois a escrever e a ler os seus poemas, dos quais 20 fazem parte do seu “Caderno” que será lido e analisado no XVIII Encontro de Poesia do NAR, onde a sua poesia franca e humilde se expõe à apreciação e é dada a conhecer de viva voz.
É um poeta repentista, que necessita de factos que o impressionem e que o impulsionem a escrever em verso, numa prosa mais ou menos cantada, rimada e ritmada, onde por vezes o que sente exprime com verdade, com frontalidade e com a liberdade que só a poesia nos pode transmitir.
Neste caderno pode notar-se o gosto pelo Tejo, o valor do tempo, do amor, da idade, da vida e da morte, do azar dos desprotegidos da sorte...
Existe uma dose de nostalgia na sua poesia que contraria a pessoa alegre que é.
Odeia a violência e a guerra.
Adora a paz e a harmonia.
E diz:
Era tão fácil atingir a paz… bastava apenas um simples aperto de mão com o sorriso lindo de uma criança...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

XVII Encontro de Poesia do NAR – Poemas de Natália Fernandes










Dos vinte poemas que compõem o “Caderno” de Natália Fernandes, que foram lidos neste seu Encontro, este foi o poema eleito por todos os presentes, para ser publicado no Blogue do NAR e na Pág. do Facebook.

Parabéns à Poeta


MULHER! …

Mulher! …
Teus olhos mergulham
no baloiço do tempo …
tuas mãos são asas
de pombas a voar …
que nas ameias do sonho
vão repousar.
Fechaste a janela
da tua infância,
mas viaja contigo
graça no olhar.

Mulher! …
Vences barreiras a cada passo,
és anjo,
ternura,
afago,
abraço,
magia, por vezes temperada d’aço.

Mulher! …
Símbolo d’Amor e Fertilidade,
mãe criadora,
amenidade,
de cansaços cercada,
mas, sorrindo bondade.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

XVII Encontro de Poesia do NAR - Natália Fernandes

Realizou-se no Sábado, dia 1 de Outubro, pelas 21h, na “Garagem das Artes” do NAR o XVII Encontro de Poesia.
O poeta em análise neste Encontro foi Natália Parelho Fernandes.
Foi tema de leitura o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro, composto por vinte poemas do autor, os quais foram lidos e comentados por cerca de vinte pessoas presentes neste encontro.


Sobre o autor

Natália Parelho Fernandes nasceu a 12 de Novembro de 1944, em Torre das Vargens, concelho de Ponte de Sor.
É sócia da Associação Portuguesa de Poetas e do Círculo Nacional D`Arte e Poesia.
É membro do Núcleo de Arte de Riachos onde participa habitualmente nos Encontros e nas actividades do grupo da Poesia.
Autora do livro de poemas intitulado "Veredas da Alma". Participou em várias Antologias Poéticas e colaborou com variadíssimos jornais e algumas Rádios. Actualmente colabora com "Ecos do Sor", "Diário do Sul" e "O Almonda" e teve um programa semanal intitulado " Palavras Necessárias" na R. T. L. que entretanto terminou.
É autora de letras para canções infantis, com alguns primeiros e segundos lugares. Participou em vários Jogos Florais e Concursos de Poesia, onde conquistou alguns primeiros Prémios, entre muitos outros.
Reside actualmente em Entroncamento, após 36 anos em Assumar - Monforte.
Tem em preparação dois livros para publicar brevemente.


Fotos de Pereira Jorge



























domingo, 11 de setembro de 2011

XVII Encontro de Poesia do NAR - Natália Parelho Fernandes



Sábado, dia 1 de Outubro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XVII Encontro de Poesia.
O poeta em análise neste Encontro é Natália Parelho Fernandes.
Será tema de leitura o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro, composto por vinte poemas do autor.



Para participar nestes encontros não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir! Apareça!


Sobre o autor

Natália Parelho Fernandes nasceu a 12 de Novembro de 1944, em Torre das Vargens, concelho de Ponte de Sor.
É sócia da Associação Portuguesa de Poetas e do Círculo Nacional D`Arte e Poesia.
É membro do Núcleo de Arte de Riachos onde participa habitualmente nos Encontros e nas actividades do grupo da Poesia.
Autora do livro de poemas intitulado "Veredas da Alma". Participou em várias Antologias Poéticas e colaborou com variadíssimos jornais e algumas Rádios. Actualmente colabora com "Ecos do Sor", "Diário do Sul" e "O Almonda" e teve um programa semanal intitulado " Palavras Necessárias" na R. T. L. que entretanto terminou.
É autora de letras para canções infantis, com alguns primeiros e segundos lugares. Participou em vários Jogos Florais e Concursos de Poesia, onde conquistou alguns primeiros Prémios, entre muitos outros.
Reside actualmente em Entroncamento, após 36 anos em Assumar - Monforte. Tem em preparação dois livros para publicar brevemente.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

XVI Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Fernando Gorjão.




SETE LÁGRIMAS

Escrevi o teu nome numa pedra branca e dura!
…Que enrolei a uma toalha de linho, cardada.
- Mãos de fada!
Fechei tudo numa caixa de Pandora,
E pedi a uma criança que guardasse até ser velha!
Por via Láctea, ora orando,
Por mais que fosse procurando
não fui mais além que o mistério,
muito maior que o enigma!
…A Pedra desfez-se em pó
E a toalha bordada por Maria,
Segurava Sete Lágrimas de sal celeste,
…De cor púrpura!
Que pareciam dizer,

…de Jesus!

Em homenagem à minha avó, Maria de Jesus Martins


Dos vinte e quatro poemas que compõem o “Caderno” de Fernando Gorjão, os quais foram lidos neste seu Encontro, este foi o poema eleito por todos os presentes para ser publicado no Blogue do NAR e na Pág. do Facebook.
“Sete Lágrimas” foi lido por várias pessoas.
Parabéns ao Poeta!

domingo, 4 de setembro de 2011

XVI Encontro de Poesia do NAR - Poeta Fernando Gorjão

XVI Encontro de Poesia do NAR - Poeta Fernando Gorjão.

Realizado no Sábado, dia 3 de Setembro, na “Garagem das Artes” do NAR.
Foram tema de leitura 24 poemas do autor que compoem o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro.


Sobre o autor

FERNANDO JOSÉ MARTINS GORJÃO
Nasceu a 17 de Junho de 1961 em Riachos. Iniciou-se na poesia há já alguns anos, mas foi com a criação do NAR e com o início dos encontros de poesia que começou a dar a conhecer publicamente algum do seu trabalho poético.
Devido à sua actividade profissional não participa, conforme gostava, em todas as actividades do grupo da área da “Poesia” do NAR, mas sempre que se encontra em Portugal coopera com o grupo.
Tem neste momento algumas dezenas de poemas elaborados, alguns deles exaltando aspectos da vivência e do passado de Riachos.


Foi sem dúvida um grande encontro!... só quem esteve presente pode descrever quanta emoção e sentimento planava naquela sala!...

Parabéns ao Poeta, à família e a todos os participantes!...


Fotos de Pereira Jorge















































sexta-feira, 12 de agosto de 2011

XVI Encontro de Poesia do NAR – Poeta Fernando Gorjão

Sábado, dia 3 de Setembro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XVI Encontro de Poesia.
O poeta em análise neste Encontro é Fernando Gorjão.

Será tema de leitura o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro, composto por vinte e quatro poemas do autor.


Sobre o autor
FERNANDO JOSÉ MARTINS GORJÃO
Nasceu a 17 de Junho de 1961 em Riachos.
Iniciou-se na poesia há já alguns anos, mas foi com a criação do NAR e com o início dos encontros de poesia que começou a dar a conhecer publicamente algum do seu trabalho poético.
Devido à sua actividade profissional não participa, conforme gostava, em todas as actividades do grupo da área da “Poesia” do NAR, mas sempre que se encontra em Portugal coopera com o grupo.
Tem neste momento algumas dezenas de poemas elaborados, alguns deles exaltando aspectos da vivência e do passado de Riachos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

XV Encontro de Poesia do NAR - Poemas de Pedro Miguel

XV Encontro de Poesia do NAR.

No Sábado, dia 4 de Junho, pelas 21h, realizou-se na “Garagem das Artes” o XV Encontro de Poesia do NAR.

Foi tema de leitura o “Caderno” de Poesia de Pedro Miguel elaborado para este Encontro, composto por vinte poemas do autor.


Sobre o autor

Pedro Miguel nasceu a 13 de Abril de 1978 em Carreiro de Areia, onde viveu até aos 3 anos de idade. Em 1982 veio viver para Riachos. Apesar dos muitos problemas de saúde durante a infância e adolescência, os quais levaram a que na escola tivesse que repetir dois anos a, sua escolaridade chegou ainda ao 10º Ano.
Em 1990 foi vítima de um acidente que lhe causou um traumatismo craniano entrando em estado de coma durante alguns dias. Tendo um ano depois surgido a epilepsia.
Foi incentivado a fazer poesia por duas, suas professoras, pois já nessa altura estas achavam que Pedro Miguel tinha algum jeito para este tipo de escrita e para esta Arte.
Gosta de participar nos Encontros de poesia do NAR para ler e ouvir poesia. E escreve todos dias um poema.


Fotos de Pereira Jorge